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Contribuintes pagam R$ 427 milhões em impostos, veja Bernardes e cidades da região

Publicada em 06/01/18 as 10:23h por THIAGO MORELLO / O Imparcial
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No sobe e desce da economia, quando o assunto é imposto, o ano de 2017 mais subiu do que desceu. A cada anúncio de aumento feito pelos governos, não é preciso pensar muito para saber que a população fez cara feia. Aqui na 10ª RA (Região Administrativa do Estado de São Paulo), cuja sede é em Presidente Prudente, ao longo do ano, os contribuintes pagaram R$ 427.186.409,00, pelo menos esse é o valor da arrecadação, conforme o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo. Em comparação com os 12 meses de 2016, quando a quantia bateu o valor de R$ 392.897.409,00, a contribuição teve aumento de 8,72% (veja tabela).

Mas antes de explicar o que pode ter causado isso, é necessário entender o que é o imposto. De acordo com o governo federal, "imposto é uma quantia em dinheiro paga para o Estado brasileiro e aos Estados e municípios por pessoas físicas e jurídicas. É um tributo que serve para custear parte das despesas de administração e dos investimentos do governo em obras de infraestrutura" e serviços essenciais à população, como saúde, segurança e educação. Traduzindo de forma mais clara, na prática, o economista Moisés Martins expõe que os impostos vêm da venda e circulação de produtos e serviços.

Sendo assim, ficando mais claro ainda, se houve aumento na arrecadação, é porque também aumentaram as vendas e a circulação no comércio, seja de produtos, serviços, entre outros. Na região, o que justifica esse aumento, ainda de acordo com o economista, foi o crescimento nas importações. "E quando eu falo dessa operação, não é apenas de um país para o outro, mas entre Estados, regiões e até mesmo cidades", completa. Para ele, o principal causador foi o agronegócio e as negociações advindas deles, que fomentou para arrecadação, superando tanto 2016 quanto 2015.

No entanto, vindo de um ano de crise, deve ser estranho a população entender que a arrecadação em alta pode ser benéfica. Moisés argumenta que é preciso ser otimista e ver o aumento como produção e circulação, que vem também com vantagens para outros setores, e não como grande pagamento de impostos, "apesar de ser alta". E por falar em crise econômica, ele também explica à reportagem que apesar de nítido o desemprego, no entorno ele não atinge como as cidades altas. "Ganhando muito ou pouco, as pessoas estão trabalhando".

Porém, isso não quer dizer que a situação está boa, pois a população, que deve ser produto final com os investimentos a serem feitos com a arrecadação, ainda precisa de muitas melhorias. Para 2018, Moisés diz que as taxas dos impostos devem ser reduzidas para que a região cresça ainda mais. "Eu falo isso pensando em outro fator que auxiliou para a contribuição, que foram as liberações de dinheiro, como por exemplo, o FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço] retido. Esse ano não terá mais, então é preciso entender isso", lembra.

 

É preciso ser otimista e ver o aumento como produção e circulação, que vem também com vantagens para outros setores, e não como grande pagamento de impostos, apesar de ser alta

Moisés Martins,

economista

 

Taxa média

Se for fazer uma média geral, o economista explica que nos produtos e serviços, pelo menos, 33% do valor é imposto embutido. Há casos em que o valor é bem maior, como na compra de carros, que chega a 54%, segundo ele. "É muito alta. O ideal seria uma média na casa de 20% e 21%, mas o governo não pode fazer isso, abaixar, porque está com a máquina inchada", pontua. Moisés também considera que para que haja evolução é necessário que a arrecadação cresça, isso pensando também no investimento futuro. "No entanto, a taxa não deve ser aumentada", conclui.

 

SAIBA MAIS

Nas 53 cidades pertencentes à 10ª RA, o aumento na arrecadação foi quase que unânime em todas as municipalidades. Contudo, na contramão das demais, como pode ser visto na tabela, Anhumas, Estrela do Norte, Indiana, Nantes, Pirapozinho e Pracinha arrecadaram menos impostos no ano passado, levando em conta a contribuição de 2016.







Fonte: Impostômetro/Associação Comercial de São Paulo
 





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