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EPIS: Servidores cobram a disponibilização dos equipamentos de proteção individual a funcionários Prefeitura de Bernardes

Publicada em 01/08/18 as 10:05h por ANDRÉ ESTEVES
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Segundo sindicato, "Prefeitura não tem fornecido equipamentos de proteção"
 Foto: Arquivo



O sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Presidente Bernardes deve protocolar hoje, junto à Prefeitura, um ofício solicitando a disponibilização de EPIs (equipamentos de proteção individual) aos funcionários da administração que exercem atividades com potencial de risco para a sua saúde ou integridade física. Isso porque, de acordo com o presidente da entidade, Eudes da Silva Leonardo, a categoria tem lhe procurado para denunciar a ausência dos equipamentos e os perigos aos quais está exposta em sua rotina. Segundo ele, caso a administração não regularize a situação o mais rápido possível, o sindicato recorrerá ao MPT (Ministério Público do Trabalho) para a tomada das devidas providências.

Um trabalhador que procurou a reportagem, mas não quis se identificar, relata que um grupo de funcionários chegou a oficiar o Executivo, porém, não obteve êxito, pois os produtos continuam em falta. “Ouvimos dizer que a [loja de materiais de construção] vencedora da licitação não faz a entrega, mas a Prefeitura também não paga. E quando conseguimos a distribuição, é tudo da pior qualidade possível”, reclama. O proprietário da referida loja – Casa Zanoni –, Aparecido Valentim Zanoni, explica que não tem autoridade para fornecer os materiais no momento, pois a licitação está vencida. Ele conta que, no ano passado, enquanto tinha saldo disponível, a administração fez a compra de todos os EPIs para o abastecimento de seu estoque e, recentemente, solicitou um novo levantamento de preços à loja a fim de avaliar a sua receita e dar procedência à abertura do novo pregão.

O servidor denunciante menciona que o referido problema se agravou a partir do começo do ano e, desde então, há quem já “tirou do próprio bolso” para garantir os equipamentos de segurança pessoal. “Estou utilizando meus próprios sapatões e abafador, porque o que a Prefeitura forneceu é de má qualidade e fica apertando a minha cabeça”, expõe. Ele trabalha com solda e explica que, caso não esteja bem equipado, fica sujeito a possíveis queimaduras ou lesões na visão.

O presidente do sindicato, Eudes, complementa que a indisponibilidade do material afeta principalmente os trabalhadores braçais. No caso daqueles que atuam em ambientes ruidosos, por exemplo, os fones de ouvidos são essenciais para evitar prejuízos à audição. Nos espaços voltados à mecânica, as botinas, por outro lado, se tornam necessárias para impedir que o servidor pise em objetos pontiagudos e afiados. “Cada setor tem as suas condições de trabalho e está exposto a riscos diferentes, portanto, a proteção é muito importante”, pontua.

A Prefeitura foi informada sobre as afirmações expostas no texto, contudo, não se posicionou à reportagem até o fechamento deste material.





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