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FIQUE SABENDO: No dia mundial da AIDS agentes da saúde promove campanha

Publicada em 01/12/17 as 13:25h por Cidade Nova FM


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Foto CIDADE NOVA


Neste dia 1º de dezembro (Dia Mundial de Luta contra a Aids) Agentes de Saúde do ESF do bairro Vila Nova, estiveram na entrada da cidade na tarde desta sexta feira com entregas de preservativos na campanha da secretaria da saúde do estado " Fique Sabendo ",   campanha esta que  tem como objetivo incentivar a realização de testes para detectar HIV e sífilis, e buscar o diagnóstico precoce das infecções.


Foto CIDADE NOVA


A campanha também faz um alerta para a necessidade de passar por testes que podem diagnosticar as DSTs. 

O interessado é atendido com privacidade no laboratório ao lado do hospital,  pessoas de todas as idades podem fazer o teste, porém as que têm entre 12 e 18 anos devem apresentar algum documento de identificação e menores de 12 anos precisam ir acompanhados do responsável. Dúvidas a campanha Fique Sabendo podem ser esclarecidas nos PSFs de cada bairro da cidade.


Neste Dia Mundial contra a AIDS, destacamos a importância do direito à saúde e os desafios que as pessoas vivendo com HIV enfrentam no exercício deste direito.

O direito à saúde é um direito humano fundamental—todos têm direito de desfrutar do mais alto padrão possível de saúde física e mental, como consagrado no Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais.


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O mundo não alcançará os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável—que incluem a meta de acabar com a AIDS até 2030—sem que as pessoas alcancem seu direito à saúde. O direito à saúde está inter-relacionado a uma série de outros direitos, incluindo os direitos a  saneamento, alimentação, habitação adequada, condições de trabalho saudáveis ​​e meio ambiente limpo.

O direito à saúde tem diversos significados: que nenhuma pessoa tenha mais direito que outra aos cuidados de saúde; que exista uma infraestrutura de serviços adequada; que os serviços de saúde sejam respeitosos e não discriminatórios; e que os cuidados de saúde sejam clinicamente adequados e de boa qualidade. E mais do que isso: que, ao alcançar o direito à saúde, os sonhos e as promessas das pessoas possam ser cumpridos
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Em todas as celebrações do Dia Mundial contra a AIDS, lembramos de nossos familiares e amigos que morreram por complicações relacionadas à AIDS e reiteramos nossa solidariedade a todas as pessoas vivendo com HIV e afetadas pelo vírus.

Desde o início, a resposta à AIDS foi construída sobre o direito fundamental à saúde e ao bem-estar. A comunidade de pessoas ligadas à causa da AIDS defendeu a criação de sistemas de saúde baseados em direitos e acelerou os esforços para que o mundo entendesse o HIV: como preveni-lo e como tratá-lo.

Muitas pessoas—especialmente as mais marginalizadas e mais afetadas pelo HIV—ainda enfrentam desafios no acesso aos serviços sociais e de saúde dos quais necessitam com urgência. Devemos seguir lado a lado com as pessoas deixadas para trás e exigir que ninguém tenha seus direitos humanos negados.

Este ano, registramos passos significativos no caminho para o alcance das metas de tratamento 90-90-90 rumo ao fim da epidemia de AIDS até 2030. Quase 21 milhões de pessoas vivendo com HIV estão em tratamento e o número de novas infecções por HIV e mortes relacionadas à AIDS estão em declínio em várias partes do mundo. Mas não devemos ser complacentes. Na Europa Oriental e Ásia Central, o número de novas infecções por HIV aumentou 60% desde 2010 e as mortes relacionadas à AIDS cresceram 27%. A África Ocidental e Central ainda está sendo deixada para trás. Duas em cada três pessoas estão sem acesso ao tratamento. Não podemos ter uma abordagem de dois pesos e duas medidas com para acabar com a epidemia de AIDS.

Mesmo com todos os sucessos, a AIDS ainda não acabou. Mas, se assegurarmos que todas as pessoas, em todos os lugares, tenham acesso ao seu direito à saúde, a AIDS pode acabar.
 
Michel Sidibé
Diretor Executivo do UNAIDS
Secretário-Geral Adjunto das Nações Unidas













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